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Gláucia está internada há cinco dias e não foi transferida Gláucia está internada há cinco dias e não foi transferida (reprodução)
18
Junho

Paciente com H1N1 espera vaga em CTI

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A família da auxiliar de serviços gerais Glaucia Barcellos Nogueira, de 40 anos, vive uma espera angustiante. Há cinco dias ela está em coma induzido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sepetiba, após complicações causadas pela gripe H1N1. Desesperada, a família conseguiu uma ordem judicial para remoção da paciente para o CTI de um hospital. Mas até agora os parentes não conseguiram a transferência de Gláucia.

— Ela foi na UPA de Sepetiba passando mal e com muita tosse. Falaram que era virose e mandaram de volta para casa. Ela piorou e retornou à noite. Foi entubada. A família ligou para todos os hospitais, conseguiu a ordem judicial. Estão dificultando muito para ela ser removida. Está cada dia pior — conta a amiga Sheila Alves, de 25 anos.

No laudo médico, consta que Glaucia teve uma pneumonia com parada cardíaca, e aguarda, com urgência, transferência para UTI por risco de agravamento do quadro e morte. De acordo com as médicas, a vaga já tinha sido pedida à central de regulação.

De acordo com a secretaria municipal de Saúde, Glaucia está internada “na sala vermelha da unidade, setor equipado com os mesmos aparelhos de suporte à vida de uma UTI”. Está recebendo “todo o tratamento indicado e sendo submetida a exames”. E será transferida quando houver vagas.

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